sexta-feira, 17 de junho de 2011
Prefeita Virgínia Velloso inaugura Biblioteca Municipal Profª Dilma Pereira de Paiva Vasconcelos
Numa singela solenidade a prefeita Virgínia Velloso entregou hoje à população pilarense a Biblioteca Municipal Profª Dilma Pereira de Paiva Vasconcelos. Além da prefeita Virgínia se fez presente ao evento o secretário da Educação Pr. Linaldo Guerra, o Secretário Executivo da Cultura profº Lucimário Augusto, Secretário da Ação Social Murilo Barbosa, a Chefe de Gabinete Rosa Almeida, a Diretora da biblioteca a profª Graça Silva, o Secretário da Saúde Josemar Ferreira, o vereador Wilton Pontual, professores, diretores, além de coordenadores que compõem o Governo da Reconstrução e Cidadania e o povo em geral. Compareceram também ao evento os filhos da homenageada Daniele e filha, Eduardo, cunhada e filha. Emocionada, Daniele Paiva, filha da professora Dilma, agradeceu à prefeita Virgínia Velloso a belíssima homenagem.
PREFEITURA INAUGURA HOJE A BIBLIOTECA MUNICIPAL PROFª DILMA PEREIRA DE PAIVA VASCONCELOS
O Governo da Reconstrução e da Cidadania entrega hoje à população pilarense à Biblioteca Pública Municipal Profª Dilma Pereira de Paiva Vasconcelos, às 17h.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
PREFEITURA É UM DOS PATROCINADORES DO DOCUMENTÁRIO SOBRE A FILHA ILUSTRE ZEZITA MATOS
A prefeitura municipal vem mostrando que valoriza a cultura local e o talento dos seus filhos ilustres. Por isso, está dando o maior apoio na produção documentário “O olhar de Zezita”, da filha ilustre Zezita Matos. As primeiras gravações acontecerão em julho, aqui em Pilar, onde Zezita nasceu, viveu a infância e adolescência.
A paraibana Mercicleide Ramos, diretora do premiado vídeo Dois e Trinta, que conta a história do homem mais alto do Brasil, o paraibano Ninão, e ganhou diversos prêmios pelo Brasil, além de ter seus direitos de exibição adquiridos pelo Canal Brasil, das Organizações Globo, se encontra envolvida na pré-produção de seu novo trabalho, O Olhar de Zezita, que retratará a vida da atriz Zezita Matos.
“Estamos na fase de pré-produção, colhendo material, conhecendo histórias incríveis dessa mulher que além de atriz é educadora, mãe, avó, irmã, amiga e em todas essas atividades sempre mostrando um talento enorme, que já rompeu as fronteiras de nosso estado”, diz a diretora num raro momento de folga, entre uma atividade e outra, já que além da produção do vídeo, está envolvida em outras atividades audiovisuais.
A trajetória de vida de Zezita Matos se confunde com a história recente das artes paraibana. Nascida no município de Pilar, interior paraibano, onde descobriu o cinema, a atriz foi estudar em João Pessoa onde teve seu universo artístico ampliado. Um dos palcos desse crescimento foi o colégio Lyceu Paraibano, local de grandes histórias que Mercicleide vai colhendo com carinho. “São histórias fantásticas que emocionam e mostram a determinação dessa mulher num ano especial em que demos posse a primeira Presidente do país, isso só reforça que estamos no ano da mulher”, continua Mercicleide.
Zezita Matos já participou de inúmeros espetáculos teatrais e atuou também em filmes como Cinema, Aspirinas e Urubus, O Céu de Suely e Olhos Azuis, além de ter feito uma participação na telenovela Vereda Tropical, todas as produções que tiveram sucesso de público e crítica. As gravações do documentário estão previstas para acontecerem a partir do mês de julho nas cidades de Pilar, Campina Grande e João Pessoa. “O audiovisual é um trabalho coletivo, agradeço a meus amigos e aos parceiros que angariei para tornar realidade esse trabalho que fala dessa grande mulher” fala a diretora.
O documentário O Olhar de Zezita é uma produção da EMSERC e do Grupo Castelo Audiovisual, organizações voltadas para difusão do audiovisual do qual a diretora faz parte. Além disso, tem o patrocínio do Sonho Doce Recepções, da Faculdade Maurício de Nassau, do Tartaruga Burguer, da Funjope, do projeto Cinema BR em Movimento, do projeto Paraíba Cine Senhor, do Curso de Pedagogia a Distancia da Universidade Federal da Paraíba, do Núcleo de Produção Digital da mesma instituição, da RPG Comunicação, da Pigmento Cinematográfico, da César Filmes, da Prefeitura Municipal de Pilar, da FUNJOPE e do Fecomércio.
O vídeo marca uma nova era na história do audiovisual paraibano. Pela primeira vez, um produto está sendo financiado com recursos da iniciativa privada, já que não concorreu em nenhuma lei de incentivo. “Fizemos o projeto sério e bem elaborado, discutimos em equipe e fomos atrás dos empresários, que graças Deus nos receberam e compraram nossa ideia, o que mostra que eles estão abertos a oferecer patrocínios, desde que percebam organização e seriedade. Estamos dando um fim a era da brodagem, toda a equipe está sendo paga para desempenhar sua função da melhor maneira possível”, finaliza Mercicleide Ramos.
Equipe Técnica:
Direção: Mercicleide Ramos
Produção: Kátia Dumont
Fotografia: Lúcio Cesar
Finalização: Ely Marques
Assistente de Direção: Davi Abraão
Trilha Sonora: Bruno Alves
Still: Silmara Braz
Assessoria de Imprensa: Marcelo Soares e Orlando Junior
Direção de making of: Marcelo Soares
Fotografia do making of: Megaron Xavier
Fontes:
http://www.jornalonorte.com.br/2011/05/31/show1_0.php
http://www.sescpb.com.br/materias/documentario_olharzezita.htm
http://coletivoanticinema.blogspot.com/2011/06/o-olhar-de-zezita.html
quinta-feira, 9 de junho de 2011
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE REALIZA A II CONFERÊNCIA
Com o tema: “TODOS USAM O SUS! SUS NA SEGURIDADE SOCIAL, POLÍTICA PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO, Pilar realizou a II Conferencia Municipal de Saúde, tendo como presença na composição de mesa a vice-prefeita: Maria de Fátima Coutinho, o Secretário Municipal de Saúde: Josemar Ferreira da Silva, Secretário de Administração e Finanças: Djalma Pereira de Costa Filho, Presidente da Câmara Municipal de Vereadores: José Augusto da Costa, O Secretário de Ação Social: Murilo Barbosa e dois representantes do Conselho Estadual de Saúde Martines Laurindo e Jair Soares, onde tivemos como Conferencistas: Tânia Maria de Lucena, Maria Luiza Leonardo de Lima Anjos, Severino Souza de Barros, tendo como participantes um público de 90 presentes, divididos entre profissionais de saúde, usuário do SUS e representantes do governo, onde foram apresentadas e discutidas durante todo o dia propostas de melhoria, qualificação e disponibilização dos serviços do SUS. Segundo os representantes do Conselho Estadual de Saúde, Pilar foi o primeiro município do estado a realizar a sua conferência de saúde.
Onde após relatoria foram apresentadas e aprovadas algumas propostas aqui descritas:
Melhoria da rede hospitalar;
Plano de Cargos e Carreiras;
Melhoria na referência;
Implantação de um consórcio regional;
Pratica da humanização;
Extensão da rede de média e alta complexidade;
Reestruturação das Unidades de Saúde.
Os delegados escolhidos para representar o município na conferencia estadual foram:
Josemar Ferreira da Silva – representante do governo;
Agnaldo Melo da Silva – representante dos trabalhadores;
Flávia Maria da Silva – representante dos usuários;
Juraci de Melo Neri – representante dos usuários.
Onde após relatoria foram apresentadas e aprovadas algumas propostas aqui descritas:
Melhoria da rede hospitalar;
Plano de Cargos e Carreiras;
Melhoria na referência;
Implantação de um consórcio regional;
Pratica da humanização;
Extensão da rede de média e alta complexidade;
Reestruturação das Unidades de Saúde.
Os delegados escolhidos para representar o município na conferencia estadual foram:
Josemar Ferreira da Silva – representante do governo;
Agnaldo Melo da Silva – representante dos trabalhadores;
Flávia Maria da Silva – representante dos usuários;
Juraci de Melo Neri – representante dos usuários.
sábado, 4 de junho de 2011
É COMEMORADA TAMBÉM EM PILAR A XXIX SEMANA CULTURAL JOSÉ LINS DO REGO
Fazendo parte das comemorações a XXIX SEMANA CULTURAL JOSÉ LINS DO REGO, os conterrâneos do escritor José Lins do Rego, tiveram a honra de homenagear seu filho mais ilustre numa manhã em sua homenagem. Na ocasião foram apresentados grupos de danças da cidade: Grupo de Dança Moleque Ricardo, Grupo de Dança Menino de Engenho e da Quadrilha do Cel. José Lins. O poeta Oliveira de Panela também fez uma bonita apresentação na Terra de José Lins.
Entre os presentes estavam a Prefeita de Pilar Virgínia Velloso, vereadores, secretários, diretores de escola, professores, Christina do Rego Veras – filha de José Lins do Rego-, escritores da Academia Brasileira e Paraibana de Letras, representante do SEBRAE-PB, do Espaço Cultural, do Museu José Lins do Rego e grande público.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
110 anos de José Lins do Rego!
Há exatamente 110 anos, nascia no Engenho Corredor, zona rural de Pilar, José Lins do Rego.
Mas você sabe quem foi José Lins do Rego?
Conheça agora um pouco sobre a vida desse pilarense ilustre!
___________________________________
José Lins do Rêgo Cavalcanti nasceu no Engenho Corredor, município de Pilar, em 03 de junho de 1901. Filho de João do Rego Cavalcanti e de Amélia Lins Cavalcanti, fez as primeiras letras no Colégio de Itabaiana, no Instituto N. S. do Carmo e no Colégio Diocesano Pio X de João Pessoa. Depois estudou no Colégio Carneiro Leão e Osvaldo Cruz, em Recife. Desde esse tempo revelaram-se seus pendores literários. É de 1916, por exemplo, o primeiro contato com O Ateneu, de Raul Pompéia, Em 1918, aos dezessete anos, portanto, José Lins travou conhecimento com Machado de Assis, através do Dom Casmurro . Desde a infância, já trazia consigo outras raízes, do sangue e da terra, que vinham de seus pais, passando de geração em geração por outros homens e mulheres sempre ligados ao mundo rural do Nordeste açucareiro, às senzalas e aos negros rebanhos humanos que a escravidão foi formando.
Juventude e início da carreira literária
Após passar sua infância no interior e ver de perto os engenhos de açúcar perderem espaço para às usinas, provocando muitas transformações sociais e econômicas, foi para João Pessoa
, onde fez o curso secundário e depois, para Recife , onde matriculou-se, em 1920, na faculdade de Direito.
Nesse período, além de colaborar periodicamente com o Jornal do Recife, fez amizade com Gilberto Freire , que o influenciou e, em 1922, fundou o semanário Dom Casmurro.
Formou-se em 1923. Durante o curso, ampliou seus contatos com o meio literário pernambucano, tornando-se amigo de José Américo de Almeida, Osório Borba, Luís Delgado, Aníbal Fernandes, e outros. Gilberto Freyre, voltando em 1923 de uma longa temporada de estudos universitários nos Estados Unidos, marcou uma nova fase de influências no espírito de José Lins, através das idéias novas sobre a formação social brasileira.
Ingressou no Ministério Público como promotor em Manhuaçu, em 1925, onde entretanto não se demorou. Casado em 1924 com d. Filomena (Naná) Masa Lins do Rego, transferiu-se em 1926 para a capital de Alagoas , onde passou a exercer as funções de fiscal de bancos, até 1930, e fiscal de consumo, de 1931 a 1935. Em Maceió , tornou-se colaborador do Jornal de Alagoas e passou a fazer parte do grupo de Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda , Jorge de Lima, Valdemar Cavalcanti, Aloísio Branco, Carlos Paurílio e outros. Ali publicou o seu primeiro livro, Menino de Engenho (1932), chave de uma obra que se revelou de importância fundamental na história do moderno romance brasileiro. Além das opiniões elogiosas da crítica, sobretudo de João Ribeiro, o livro mereceu o Prêmio da Fundação Graça Aranha. Em 1933, publicou Doidinho , o segundo livro do "Ciclo da Cana-de-Açúcar". Em 1934, conhece o editor José Olympio, que publica Bangüê, ainda escrito em Maceió. A partir daí, os seus romances passam a ser publicado nessa mesma Editora.
Em 1935, mudou-se para o Rio de Janeiro onde passou exercer a função de fiscal de imposto de consumo. Nesse ano, publica Moleque Ricardo, penúltima parte do ciclo da cana-de-açúcar.
No ambiente carioca, José Lins do Rego passou novamente a fazer parte do jornalismo, colaborando com “O Globo”, “Diários Associados” e o “Jornal de Esportes”. A admiração pelo desempenho de Leônidas na Copa do Mundo de Futebol, fez fã do Flamengo, clube carioca do Diamante Negro, que mais tarde vem a se tornar Diretor do Clube de Regatas do Flamengo. Em 1939, publica Riacho Doce, cuja ação se passa, em parte, na Suécia.
Nesse mesmo período, é Diretor do Clube de Regatas do Flamengo, revelando sua faceta esportiva de sua personalidade, sofrendo e vivendo as paixões do futebol, o seu esporte preferido, quando diz na frase “Sou Flamengo até morrer”.
Encerra em 1936, a parte do ciclo da cana-de-açúcar, publicando o romance Usina. Neste mesmo ano, publica Histórias da Velha Totonha, único livro de literatura infantil. Em 1937, publica Pureza, livro isolado da obra cíclica. Ano seguinte, 1938, publicava Pedra Bonita que terá uma espécie de continuação temática em Cangaceiros, levando a tona o fanatismo religioso no Nordeste.
Em 1940, traduz “A vida de Eleonora Dusé”, de E. A Reinardt para a Editora José Olympio. Em 1941, retorna à ficção com a sua nona obra, Água-Mãe. Nele, Zé Lins não fala do Nordeste e sim do Cabo Frio, onde interpreta a vida calma e mansa dos seus personagens e traz a temática do futebol para a ficção de Zé Lins. Este livro recebeu o Prêmio da Sociedade Felipe d’Oliveira, e foi escrito em prosa.
Em colaboração escreve ainda “Brandão, entre o Mar e o Amor” (1942) de parceria com Rachel de Queiroz, Graciliano Ramos, Jorge Amadeu e Aníbal Machado, por encomenda de Martins Editor (SP) e O melhor da crônica brasileira (com Raquel de Queiroz, Armando Nogueira e Sérgio Porto - 1980).
José Lins do Rego publicou a crônica Gordos e Magros em 1942, A Casa e o Homem (1954), Presença do Nordeste na Literatura Brasileira (1957); Gregos e Troianos (1957), O Vulcão e a Fonte (1958 – edição póstuma), Dias Idos e Vividos (Antologia).
Depois de ter declarado, no prefácio de Usina, em 1936, que havia encerrado o ciclo da cana-de-açúcar, José Lins do Rego retornou a seu motivo central em 1943. Premiado pelas circunstâncias históricas: o Estado Novo, as ditaduras fascistas e totalitárias do mundo inteiro e a II Guerra Mundial, escreveu uma indiscutível obra-prima, Fogo Morto, síntese de todo o ciclo, considerado pela crítica como sua obra mais importante, onde se inspira no Capitão Vitorino, comprando-o como D. Quixote sertanejo dos nossos dias.
Ainda em 1943, o romancista faz conferências sobre Pedro Américo, publicando pela LECEB. Lins tem intensa participação na vida esportiva, como membro da diretoria do Flamengo e Secretário-Geral, eleito, da CBD (Confederação Brasileira de Desportos).
José Lins do Rego publica em 1945, Poesia e Vida, crônica, pela Editora Universal (RJ). Faz-se membro do PSB (Partido Socialista Brasileiro). Ainda nesse ano inicia sua colaboração no Jornal dos Sports, com a coluna Esporte é Vida. Também fará crônica regularmente para O Globo e O Jornal, do Rio de Janeiro, e a revista O Cruzeiro. Em 1946 publica pela LECEB, Conferências no Prata (“Tendências do romance brasileiro”, “Machado de Assis” e “Raul Pompéia”). Saem na Argentina traduções de Menino de Engenho e Banguê. É eleito membro do CND (Conselho Nacional dos Desportos), do Ministério da Educação.
Quatro anos depois, em 1947, publica Eurídice, primeiro romance tendo como cenário o Rio de Janeiro e falará novamente de futebol. Obtém com esse romance o Prêmio Fábio Prado (SP). Saem na Argentina traduções de Pedra Bonita e Fogo Morto. Nessa época, ele escreve no Rio de Janeiro, seu autorretrato:
“Tenho 46 anos, moreno, cabelos pretos, com meia dúzia de fios de cabelos brancos, 1,74m, casado, com três filhas e 1 genro, 86 kg bem pesados, muita saúde e muito medo de morrer. Não gosto de trabalhar, não fumo, não durmo com muito sono e já escrevi 11 romances. Se chove, tenho saudades do sol; se faz calor, tenho saudades da chuva. Vou ao futebol e sofro como um pobre diabo. Jogo tênis pessimamente, e daria tudo para ver o meu clube campeão de tudo. Sou homem de paixões violentas. Temo os poderes de Deus, e fui devoto de Nossa Senhora da Conceição.
E em fim, literato de cabeça aos pés, amigo dos meus amigos, e capaz de tudo se me pisarem os calos. Perco então a cabeça e fico ridículo. Não sou mal pagador. Se tenho, pago; mas se não tenho, não pago, e não perco o sono por isso. Afinal de contas sou um homem como os outros. E queira que assim continue”.
Em sua primeira viagem à Europa, o romancista visita a França, a convite do governo daquele país. O romance “Pureza” é traduzido na Inglaterra. A perda para os uruguaios na Copa do Mundo de Futebol motiva escrever crônica intitulada O Caráter do Brasileiro, inserida em seu livro póstumo “O Vulcão e a Fonte”.
Em 1951, repartida a viagem conhece a Dinamarca, Portugal e Suécia, integrando-se na Delegação Esportiva Brasileira, e ainda como desportista vai ao Peru.
Ainda no ano de 1951, Zé Lins visita pela última vez sua terra natal, Pilar, para receber homenagens que fazia seus amigos e conterrâneos inaugurando o busto dele, na Praça João Pessoa. O monumento foi descerrado por seu grande amigo José Américo de Almeida, sob aplausos; em seguida foi almoçar no Engenho Corredor, onde nascera.
Em 1952, publica Homens Seres e Coisas, crônicas. Em 1953, publicou Cangaceiros, seu décimo segundo e último romance. O livro recebeu o Prêmio Carmem Dolores, como a melhor obra de criação literária naquele ano. Ainda nesse ano é o presidente da delegação brasileira que participa no Peru do Campeonato Sul-Americano de Futebol, vencido pelo Paraguai. Interrompe a publicação das crônicas da rubrica Esporte e Vida no Jornal dos Sports.
Em 1954 publica A Casa e o Homem, crônicas. Nesse mesmo ano, viaja à Europa em companhia da esposa Dona Naná, em visita à filha mais nova, Cristina, passando pela Espanha, Finlândia e Inglaterra, onde visita o Memorial Shakespeare.
De volta à Europa, em 1955, visita à Grécia, cidade a que retornaria no ano seguinte, demorando-se por alguns meses. Publica Roteiro de Israel, pelo Centro Cultural Brasil-Israel (RJ) e Gregos e Troianos, pela Bloch Editores, Rio de Janeiro, em 1957. Em 1955, retorna à Grécia, Em 15 de setembro desse ano, foi eleito em primeiro escrutínio, obtendo 22 votos contra 12 concedidos a Valdemar Bernardinelli e dois a Ernani Lopes, para a Academia Brasileira de Letras como sucessor do Ministro Ataulfo de Paiva, na cadeira nº 25.
Em 1956, o escritor viaja novamente à Grécia e, de passagem, passa por Paris, onde reviu os amigos Gilberto Freyre e Cícero Dias.
Lins publica em 1956 seu livro de memórias, Meus Verdes Anos. Nesse mesmo ano, sai em Paris a tradução dos Cangaceiros.
Em 1957, voltando ao Brasil e é recebido oficialmente pelo acadêmico Austregésilo de Ataíde na Academia Brasileira de Letras.
Ainda em 1956, José Lins do Rego, publica pela José Olympio, seu único livro de memórias, Meus Verdes Anos, onde relata momentos alegres e tristes de sua infância no Engenho Corredor e em Pilar, narrando detalhes de sua terra com seus parentes e amigos que o cercava.
Em 15 de dezembro ainda desse ano toma posse na Academia, sendo recebido por Austregésilo de Atayde.
Em janeiro de 1957, volta a escrever no Jornal dos Sports. Em 20 de julho é publicada a última crônica da rubrica Esporte e Vida. Nesse ano são editados: Gregos e Troianos, crônicas, por Bloch Editores; Presença do Nordeste na Literatura Brasileira, ensaio, pelo Ministério da Educação e Cultura, e Discursos de posse e recepção na Academia Brasileira de Letras (junto com Austregésilo de Athayde), pela José Olympio.
No seu último ano de vida, 1957, cercado de amigos, já com a saúde abalada, Zé Lins dizia temer a morte. Internado por três meses no Hospital dos Servidores do Estado, vítima de cirrose hepática, síndrome hepato-renal e acidose urêmica, proveniente de esquistossomose, morre no dia 12 de setembro de 1957, às 01: 15 horas da madrugada, o pilarense José Lins do Rego. O corpo do escritor foi velado em câmara ardente na Academia Brasileira de Letras, coberto com a bandeira do Flamengo; às 16 h foi sepultado no mausoléu dos imortais no Cemitério São João Batista, no Bairro do Botafogo, Rio de Janeiro.
Perfil da obra e trajetória literária
O mundo rural do Nordeste, com as fazendsa , as senzalas e os engenhos, serviu de inspiração para a obra do autor, que publicou seu primeiro livro - Menino de engenho - em 1932.
A criação literária de José Lins do Rego(aka: Zé do Rego), como ele próprio afirma, foi baseada, fundamentalmente, nas estórias de trancoso, contadas pela velha Totônia e pela leitura de Os doze pares da França, de Carlos Magno, que ele leu aos doze anos, ainda no internato de Itabaiana, tendo recebido, também, influências de Vítor Hugo, Proust, Hardy, Stendhal e os que ele chamava de "os grandes russos da minha vida: Tolstoi, Thecov e Dostoievski". Entre os nacionais, ele cita: Raul Pompéia, Machado de Assis, Gilberto Freyre e Olívio Montenegro.
A obra de Zé Lins caracteriza-se, particularmente, pelo extraordinário poder de descrição. Reproduz no texto a linguagem do eito, da bagaceira, do nordestino, tornando-o no mais legítimo representante da literatura regional nordestina.
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José Lins está morto, mas as suas obras e a sua memória estão vivas em cada brasileiro, paraibano e principalmente, em cada pilarense.
Viva, viva o filho mais ilustre de Pilar, o escritor José Lins do Rego!
Mas você sabe quem foi José Lins do Rego?
Conheça agora um pouco sobre a vida desse pilarense ilustre!
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José Lins do Rêgo Cavalcanti nasceu no Engenho Corredor, município de Pilar, em 03 de junho de 1901. Filho de João do Rego Cavalcanti e de Amélia Lins Cavalcanti, fez as primeiras letras no Colégio de Itabaiana, no Instituto N. S. do Carmo e no Colégio Diocesano Pio X de João Pessoa. Depois estudou no Colégio Carneiro Leão e Osvaldo Cruz, em Recife. Desde esse tempo revelaram-se seus pendores literários. É de 1916, por exemplo, o primeiro contato com O Ateneu, de Raul Pompéia, Em 1918, aos dezessete anos, portanto, José Lins travou conhecimento com Machado de Assis, através do Dom Casmurro . Desde a infância, já trazia consigo outras raízes, do sangue e da terra, que vinham de seus pais, passando de geração em geração por outros homens e mulheres sempre ligados ao mundo rural do Nordeste açucareiro, às senzalas e aos negros rebanhos humanos que a escravidão foi formando.
Juventude e início da carreira literária
Após passar sua infância no interior e ver de perto os engenhos de açúcar perderem espaço para às usinas, provocando muitas transformações sociais e econômicas, foi para João Pessoa
, onde fez o curso secundário e depois, para Recife , onde matriculou-se, em 1920, na faculdade de Direito.
Nesse período, além de colaborar periodicamente com o Jornal do Recife, fez amizade com Gilberto Freire , que o influenciou e, em 1922, fundou o semanário Dom Casmurro.
Formou-se em 1923. Durante o curso, ampliou seus contatos com o meio literário pernambucano, tornando-se amigo de José Américo de Almeida, Osório Borba, Luís Delgado, Aníbal Fernandes, e outros. Gilberto Freyre, voltando em 1923 de uma longa temporada de estudos universitários nos Estados Unidos, marcou uma nova fase de influências no espírito de José Lins, através das idéias novas sobre a formação social brasileira.
Ingressou no Ministério Público como promotor em Manhuaçu, em 1925, onde entretanto não se demorou. Casado em 1924 com d. Filomena (Naná) Masa Lins do Rego, transferiu-se em 1926 para a capital de Alagoas , onde passou a exercer as funções de fiscal de bancos, até 1930, e fiscal de consumo, de 1931 a 1935. Em Maceió , tornou-se colaborador do Jornal de Alagoas e passou a fazer parte do grupo de Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda , Jorge de Lima, Valdemar Cavalcanti, Aloísio Branco, Carlos Paurílio e outros. Ali publicou o seu primeiro livro, Menino de Engenho (1932), chave de uma obra que se revelou de importância fundamental na história do moderno romance brasileiro. Além das opiniões elogiosas da crítica, sobretudo de João Ribeiro, o livro mereceu o Prêmio da Fundação Graça Aranha. Em 1933, publicou Doidinho , o segundo livro do "Ciclo da Cana-de-Açúcar". Em 1934, conhece o editor José Olympio, que publica Bangüê, ainda escrito em Maceió. A partir daí, os seus romances passam a ser publicado nessa mesma Editora.
Em 1935, mudou-se para o Rio de Janeiro onde passou exercer a função de fiscal de imposto de consumo. Nesse ano, publica Moleque Ricardo, penúltima parte do ciclo da cana-de-açúcar.
No ambiente carioca, José Lins do Rego passou novamente a fazer parte do jornalismo, colaborando com “O Globo”, “Diários Associados” e o “Jornal de Esportes”. A admiração pelo desempenho de Leônidas na Copa do Mundo de Futebol, fez fã do Flamengo, clube carioca do Diamante Negro, que mais tarde vem a se tornar Diretor do Clube de Regatas do Flamengo. Em 1939, publica Riacho Doce, cuja ação se passa, em parte, na Suécia.
Nesse mesmo período, é Diretor do Clube de Regatas do Flamengo, revelando sua faceta esportiva de sua personalidade, sofrendo e vivendo as paixões do futebol, o seu esporte preferido, quando diz na frase “Sou Flamengo até morrer”.
Encerra em 1936, a parte do ciclo da cana-de-açúcar, publicando o romance Usina. Neste mesmo ano, publica Histórias da Velha Totonha, único livro de literatura infantil. Em 1937, publica Pureza, livro isolado da obra cíclica. Ano seguinte, 1938, publicava Pedra Bonita que terá uma espécie de continuação temática em Cangaceiros, levando a tona o fanatismo religioso no Nordeste.
Em 1940, traduz “A vida de Eleonora Dusé”, de E. A Reinardt para a Editora José Olympio. Em 1941, retorna à ficção com a sua nona obra, Água-Mãe. Nele, Zé Lins não fala do Nordeste e sim do Cabo Frio, onde interpreta a vida calma e mansa dos seus personagens e traz a temática do futebol para a ficção de Zé Lins. Este livro recebeu o Prêmio da Sociedade Felipe d’Oliveira, e foi escrito em prosa.
Em colaboração escreve ainda “Brandão, entre o Mar e o Amor” (1942) de parceria com Rachel de Queiroz, Graciliano Ramos, Jorge Amadeu e Aníbal Machado, por encomenda de Martins Editor (SP) e O melhor da crônica brasileira (com Raquel de Queiroz, Armando Nogueira e Sérgio Porto - 1980).
José Lins do Rego publicou a crônica Gordos e Magros em 1942, A Casa e o Homem (1954), Presença do Nordeste na Literatura Brasileira (1957); Gregos e Troianos (1957), O Vulcão e a Fonte (1958 – edição póstuma), Dias Idos e Vividos (Antologia).
Depois de ter declarado, no prefácio de Usina, em 1936, que havia encerrado o ciclo da cana-de-açúcar, José Lins do Rego retornou a seu motivo central em 1943. Premiado pelas circunstâncias históricas: o Estado Novo, as ditaduras fascistas e totalitárias do mundo inteiro e a II Guerra Mundial, escreveu uma indiscutível obra-prima, Fogo Morto, síntese de todo o ciclo, considerado pela crítica como sua obra mais importante, onde se inspira no Capitão Vitorino, comprando-o como D. Quixote sertanejo dos nossos dias.
Ainda em 1943, o romancista faz conferências sobre Pedro Américo, publicando pela LECEB. Lins tem intensa participação na vida esportiva, como membro da diretoria do Flamengo e Secretário-Geral, eleito, da CBD (Confederação Brasileira de Desportos).
José Lins do Rego publica em 1945, Poesia e Vida, crônica, pela Editora Universal (RJ). Faz-se membro do PSB (Partido Socialista Brasileiro). Ainda nesse ano inicia sua colaboração no Jornal dos Sports, com a coluna Esporte é Vida. Também fará crônica regularmente para O Globo e O Jornal, do Rio de Janeiro, e a revista O Cruzeiro. Em 1946 publica pela LECEB, Conferências no Prata (“Tendências do romance brasileiro”, “Machado de Assis” e “Raul Pompéia”). Saem na Argentina traduções de Menino de Engenho e Banguê. É eleito membro do CND (Conselho Nacional dos Desportos), do Ministério da Educação.
Quatro anos depois, em 1947, publica Eurídice, primeiro romance tendo como cenário o Rio de Janeiro e falará novamente de futebol. Obtém com esse romance o Prêmio Fábio Prado (SP). Saem na Argentina traduções de Pedra Bonita e Fogo Morto. Nessa época, ele escreve no Rio de Janeiro, seu autorretrato:
“Tenho 46 anos, moreno, cabelos pretos, com meia dúzia de fios de cabelos brancos, 1,74m, casado, com três filhas e 1 genro, 86 kg bem pesados, muita saúde e muito medo de morrer. Não gosto de trabalhar, não fumo, não durmo com muito sono e já escrevi 11 romances. Se chove, tenho saudades do sol; se faz calor, tenho saudades da chuva. Vou ao futebol e sofro como um pobre diabo. Jogo tênis pessimamente, e daria tudo para ver o meu clube campeão de tudo. Sou homem de paixões violentas. Temo os poderes de Deus, e fui devoto de Nossa Senhora da Conceição.
E em fim, literato de cabeça aos pés, amigo dos meus amigos, e capaz de tudo se me pisarem os calos. Perco então a cabeça e fico ridículo. Não sou mal pagador. Se tenho, pago; mas se não tenho, não pago, e não perco o sono por isso. Afinal de contas sou um homem como os outros. E queira que assim continue”.
Em sua primeira viagem à Europa, o romancista visita a França, a convite do governo daquele país. O romance “Pureza” é traduzido na Inglaterra. A perda para os uruguaios na Copa do Mundo de Futebol motiva escrever crônica intitulada O Caráter do Brasileiro, inserida em seu livro póstumo “O Vulcão e a Fonte”.
Em 1951, repartida a viagem conhece a Dinamarca, Portugal e Suécia, integrando-se na Delegação Esportiva Brasileira, e ainda como desportista vai ao Peru.
Ainda no ano de 1951, Zé Lins visita pela última vez sua terra natal, Pilar, para receber homenagens que fazia seus amigos e conterrâneos inaugurando o busto dele, na Praça João Pessoa. O monumento foi descerrado por seu grande amigo José Américo de Almeida, sob aplausos; em seguida foi almoçar no Engenho Corredor, onde nascera.
Em 1952, publica Homens Seres e Coisas, crônicas. Em 1953, publicou Cangaceiros, seu décimo segundo e último romance. O livro recebeu o Prêmio Carmem Dolores, como a melhor obra de criação literária naquele ano. Ainda nesse ano é o presidente da delegação brasileira que participa no Peru do Campeonato Sul-Americano de Futebol, vencido pelo Paraguai. Interrompe a publicação das crônicas da rubrica Esporte e Vida no Jornal dos Sports.
Em 1954 publica A Casa e o Homem, crônicas. Nesse mesmo ano, viaja à Europa em companhia da esposa Dona Naná, em visita à filha mais nova, Cristina, passando pela Espanha, Finlândia e Inglaterra, onde visita o Memorial Shakespeare.
De volta à Europa, em 1955, visita à Grécia, cidade a que retornaria no ano seguinte, demorando-se por alguns meses. Publica Roteiro de Israel, pelo Centro Cultural Brasil-Israel (RJ) e Gregos e Troianos, pela Bloch Editores, Rio de Janeiro, em 1957. Em 1955, retorna à Grécia, Em 15 de setembro desse ano, foi eleito em primeiro escrutínio, obtendo 22 votos contra 12 concedidos a Valdemar Bernardinelli e dois a Ernani Lopes, para a Academia Brasileira de Letras como sucessor do Ministro Ataulfo de Paiva, na cadeira nº 25.
Em 1956, o escritor viaja novamente à Grécia e, de passagem, passa por Paris, onde reviu os amigos Gilberto Freyre e Cícero Dias.
Lins publica em 1956 seu livro de memórias, Meus Verdes Anos. Nesse mesmo ano, sai em Paris a tradução dos Cangaceiros.
Em 1957, voltando ao Brasil e é recebido oficialmente pelo acadêmico Austregésilo de Ataíde na Academia Brasileira de Letras.
Ainda em 1956, José Lins do Rego, publica pela José Olympio, seu único livro de memórias, Meus Verdes Anos, onde relata momentos alegres e tristes de sua infância no Engenho Corredor e em Pilar, narrando detalhes de sua terra com seus parentes e amigos que o cercava.
Em 15 de dezembro ainda desse ano toma posse na Academia, sendo recebido por Austregésilo de Atayde.
Em janeiro de 1957, volta a escrever no Jornal dos Sports. Em 20 de julho é publicada a última crônica da rubrica Esporte e Vida. Nesse ano são editados: Gregos e Troianos, crônicas, por Bloch Editores; Presença do Nordeste na Literatura Brasileira, ensaio, pelo Ministério da Educação e Cultura, e Discursos de posse e recepção na Academia Brasileira de Letras (junto com Austregésilo de Athayde), pela José Olympio.
No seu último ano de vida, 1957, cercado de amigos, já com a saúde abalada, Zé Lins dizia temer a morte. Internado por três meses no Hospital dos Servidores do Estado, vítima de cirrose hepática, síndrome hepato-renal e acidose urêmica, proveniente de esquistossomose, morre no dia 12 de setembro de 1957, às 01: 15 horas da madrugada, o pilarense José Lins do Rego. O corpo do escritor foi velado em câmara ardente na Academia Brasileira de Letras, coberto com a bandeira do Flamengo; às 16 h foi sepultado no mausoléu dos imortais no Cemitério São João Batista, no Bairro do Botafogo, Rio de Janeiro.
Perfil da obra e trajetória literária
O mundo rural do Nordeste, com as fazendsa , as senzalas e os engenhos, serviu de inspiração para a obra do autor, que publicou seu primeiro livro - Menino de engenho - em 1932.
A criação literária de José Lins do Rego(aka: Zé do Rego), como ele próprio afirma, foi baseada, fundamentalmente, nas estórias de trancoso, contadas pela velha Totônia e pela leitura de Os doze pares da França, de Carlos Magno, que ele leu aos doze anos, ainda no internato de Itabaiana, tendo recebido, também, influências de Vítor Hugo, Proust, Hardy, Stendhal e os que ele chamava de "os grandes russos da minha vida: Tolstoi, Thecov e Dostoievski". Entre os nacionais, ele cita: Raul Pompéia, Machado de Assis, Gilberto Freyre e Olívio Montenegro.
A obra de Zé Lins caracteriza-se, particularmente, pelo extraordinário poder de descrição. Reproduz no texto a linguagem do eito, da bagaceira, do nordestino, tornando-o no mais legítimo representante da literatura regional nordestina.
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José Lins está morto, mas as suas obras e a sua memória estão vivas em cada brasileiro, paraibano e principalmente, em cada pilarense.
Viva, viva o filho mais ilustre de Pilar, o escritor José Lins do Rego!
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Cineasta Vladimir Carvalho visita Pilar acompanhado de Cristina do Rego Veras, filha de José Lins do Rego
Foi nesta manhã do dia 1º de junho de 2011 que o ilustre cineasta e documentarista Vladimir Carvalho visitou Pilar, na companhia de uma das três filhas de José Lins do Rego, Cristina do Rego Veras, que reside no Rio de Janeiro e também é escritora.
Vladimir fez uma palestra na Fundação Menino de Engenho, alusiva às comemorações dos 110 anos do escritor pilarense José Lins do Rego. Prestigiaram o evento o poeta pilarense (e agora filho adotivo de Itabaiana) Antonio Costta, que declamou poesias homenageando a memória de Zé Lins e a sua terra natal. Acompanhado pelo poeta itabaianense Orlando Otávio que homenageou Vladimir Carvalho com a declamação do acróstico ITABAIANA, de sua autoria. Abrilhantaram também o encontro vários professores e diretores de escolas do município acompanhados do secretário de educação de Pilar, Linaldo de Sousa Guerra. Joaquim Soares, proprietário do Engenho corredor, onde nasceu Zé Lins, também se fez presente.
Após a palestra Vladimir Carvalho entregou um DVD original do filme O engenho de Zé Lins, à diretora da Fundação Menino de Engenho, Iranildes Simões, e presenteou a Biblioteca 03 de Junho (data do nascimento de Zé Lins) com vários livros literários. O cineasta ainda destinou, aos cuidados dos poetas Antonio Costta (Secretário Adjunto da Cultura de Itabaiana) e do poeta e compositor Orlando Otávio, que prestigiaram o evento, um boa quantidade de livros para serem doados a Biblioteca Arnaud Costa, do Ponto de cultura Cantiga de Ninar de Itabaiana.
Às 12 horas a comitiva seguiu para uma visita a casa grande do Engenho Corredor (onde nasceu Zé Lins) que está em fase de restauração e meia hora depois retornaram para a capital do Estado.
Vladimir fez uma palestra na Fundação Menino de Engenho, alusiva às comemorações dos 110 anos do escritor pilarense José Lins do Rego. Prestigiaram o evento o poeta pilarense (e agora filho adotivo de Itabaiana) Antonio Costta, que declamou poesias homenageando a memória de Zé Lins e a sua terra natal. Acompanhado pelo poeta itabaianense Orlando Otávio que homenageou Vladimir Carvalho com a declamação do acróstico ITABAIANA, de sua autoria. Abrilhantaram também o encontro vários professores e diretores de escolas do município acompanhados do secretário de educação de Pilar, Linaldo de Sousa Guerra. Joaquim Soares, proprietário do Engenho corredor, onde nasceu Zé Lins, também se fez presente.
Após a palestra Vladimir Carvalho entregou um DVD original do filme O engenho de Zé Lins, à diretora da Fundação Menino de Engenho, Iranildes Simões, e presenteou a Biblioteca 03 de Junho (data do nascimento de Zé Lins) com vários livros literários. O cineasta ainda destinou, aos cuidados dos poetas Antonio Costta (Secretário Adjunto da Cultura de Itabaiana) e do poeta e compositor Orlando Otávio, que prestigiaram o evento, um boa quantidade de livros para serem doados a Biblioteca Arnaud Costa, do Ponto de cultura Cantiga de Ninar de Itabaiana.
Às 12 horas a comitiva seguiu para uma visita a casa grande do Engenho Corredor (onde nasceu Zé Lins) que está em fase de restauração e meia hora depois retornaram para a capital do Estado.
sábado, 14 de maio de 2011
ESCOLAS MUNICIPAIS COMEMORAM O DIA DAS MÃES
"Foi um momento inesquecível!". Falou uma das 800 mães presentes no dia 13 de maio - sexta-feira, no Ginásio Poliesportivo de Pilar, onde as escolas municipais comemoraram o Dia das Mães.
Com a participação de professora(e)s, aluna(o)s, técnicos, e diretores das escolar, foram distribuídos cerca de 260 presentes entre as mães. Muita musica, poesia, teatro, e coreografias, as mães foram homenageadas na passagem do seu Dia. O Secretario de Educação, pr. Linaldo Guerra, o padre Gedeon, o Secretário de Ação Social Murilo Barbosa, estiveram presente e deixaram uma Palavra ás mães. Além da participação mencionada, contamos com o apoio do Gabinete, através do César Augusto e Rose Almeida; do Secretário da Administração, Sr. Djalma, da Secretaria da Saude, Josemar Ferreira e o apoio da nossa Prefeita Virgínia Velloso, mesmo participando do Congresso de Prefeitos - Marcha em Brasília - pode externar sua gratidão e carinho pelas mães pilarenses.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
PREFEITURA DISTRIBUI PEIXE À COMUNIDADE CARENTE
Hoje pela manhã, num gesto de fraternidade, a prefeita Virgínia Velloso distribuiu cerca de quatro toneladas de peixe a população carente da cidade, garantindo-lhes "o peixe da Semana Santa". Muitos pilarenses agradeceram à prefeita pelo feito de solidariedade.
FELIZ PÁSCOA PARA TODOS!
quinta-feira, 10 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
PREFEITURA REALIZA GRANDIOSO CARNAVAL
Com uma mega estrutura de palco, som e iluminação, a Prefeitura realizou um dos maiores carnavais do Vale do Paraíba. Foi quatro dias de festa regados a muita alegria. As bandas Geração, Dois Corações elétrico, Banda Pinga Pura, Garota Sem Vergonha, Banda Garota Bronzeada e Forró de Peso deram o tom da festa. Na segunda-feira foram as “Virgens” quem invadiram a cidade de Pilar, numa irreverencia só. Mas o mais esperado deste dia foi a participação do grande carnavalesco Fuba do Bloco Muriçocas do Miramar de João Pessoa e banda que agradou a todos com marchinhas maravilhosas.
Os blocos de rua Balakubaku, Bambinos, Os Errados, As Barradas, Os Cabaços, Os Kachimblemas, Bloco do Picolé , Turma da Nordese; bois, ala ursas e tribos indígenas fizeram a festa do carnaval pilarense.
quinta-feira, 3 de março de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
FAN TOUR À HISTÓRICA CIDADE DE AREIA-PB
Viajou, nesta manhã, com destino a cidade histórica de Areia, um grupo de técnicos, diretores e professores das escolas municipais do nosso município. A visita cultural a cidade de Areia, faz parte do projeto da Rede de Educação em Museus - REM, e atende ao convite formalizado ao Secretario de Educação, pr. Linaldo Guerra. Os participantes foram guiados aos locais históricos da cidade, museus, escolas e tiveram uma audição sobre a REM na cidade de Areia.
Nosso objetivo é articular com a REM e implantar em nosso município. Acompanharam o Grupo o Secretario Executivo de Cultura, prof. Lucimário Augusto, a Presidente da Fundação Menino de Engenho, a profa. Iranildes Simões e a profa Graça Silva.
Nosso objetivo é articular com a REM e implantar em nosso município. Acompanharam o Grupo o Secretario Executivo de Cultura, prof. Lucimário Augusto, a Presidente da Fundação Menino de Engenho, a profa. Iranildes Simões e a profa Graça Silva.
Próxima etapa será no dia 17/02 em João Pessoa.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
SECRETARIO SE REUNI COM PAIS E PRESTA CONTAS
Numa iniciativa da Secretaria da Educação, Cultura e Esportes, foi realizada na ultima sex-feira uma importante reunião na Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental profa. Francileide Dias da Costa, no Sitio Lagoa do Gonçalo. Na oportunidade o Secretario de Educação, pr. Linaldo Guerra, realizou uma Palestra sobre o tema: Preconceito; e contou com a participação dos presentes interagindo atraves de perguntas e respostas. Depois, o secretario, prestou contas das atividades da Secretaria no ano de 2010, falou sobre o IDEB das escolas, merenda escolar, mobiliária, e inicio do ano letivo. A participação dos presentes foi um ponto alto no encontro, perguntas, questionamentos, e indagações. Na proxima semana o Secretário visitará outras escolas buscando estreitar ainda mais, uma parceria entre pais, professores, e secretaria.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
PREFEITURA REALIZA FESTA DE SÃO SEBASTIÃO EM CURIMATAU
A prefeitura realizou ontem no distrito de Curimatau a tradicional festa de São Sebastião. Uma multidão veio prestigiar o padroeiro daquela comunidade, São Sebastião. As bandas Forró Bakanas e Forró Nação fizeram a alegria dos presentes numa festa muito animada, organizada e bem tranquila.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO REALIZA IMPORTANTE EVENTO DE CAPACITAÇÃO E CERTIFICA OS PARTICIPANTES
Numa ação inedita no município de Pilar, a Secretaria de Educação, Cultura e Esporte, realiza uma capacitação dos profissionais da educação Municipal, e certifica. Com um atividade de quatro horas aulas, foram certificados mais de sessenta professores que participarão do Curso de Sondagem Diagnóstica. Na oportunidade o Secretario de Educação informou, sobre a necessidade do adiamento do inicio do semestre letivo; IDEB das escolas, pagamento referente ao mês de janeiro; reforma e ampliação das escolas; Plataforma Freire e capacitação dos professores.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
PREFEITA VIRGÍNIA É RECEBIDA PELO SECRETÁRIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO
Em audiência, nesta manhã, na Secretaria de Educação do Estado da Paraíba, foi recebida pelo Secretário Estadual de Educação, prof. Fernando Abath Cananéa, a Prefeita Virgínia Velloso Borges. Na oportunidade acompanhada do Secretário Municipal de Educação, pr. Linaldo Guerra e do dep. Federal Luiz Couto (PT). Dentre outros assuntos tratados na audiência destacamos: Programa de Transporte Escolar e o Programa Brasil Alfabetizado.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
PILAR E ITABAIANA RECEBERAM VISITA DE ESCRITORES PARAIBANOS E DO MATO GROSSO DO SUL
Os municípios de Pilar e Itabaiana receberam uma comitiva de poetas e escritores entre eles, Rubenio, titular da Academia de Letras do Mato Grosso do Sul, poeta Fernando Cunha Limna, poeta Antonio Costa e comitiva, que visitaram essas duas cidades, a fim de fortalecer o intercâmbio literocultural entre os dois Estados. Acompanharam os visitantes na visita o Secretário Executivo de Cultura de Pilar, o professor Lucimário Augusto, e a presidente da Fundação Menino de Engenho, a professora Iranildes Simões Chaves.
Como bons anfitriões, as duas cidades-irmãs recepcionaram os visitantes com a seguinte programação:
PELO TURNO DA MANHÃ - EM ITABAIANA:
Às 09:00hs – recepção ao escritores no Sivuca Cultural Café;
Às 09:30m – visita à Praça Epitácio Pessoa;
Às 09:50m – visita ao Coreto da Praça Manoel J. de Araújo;
Às 10:00hs – visita ao busto do poeta Zé da Luz;
Às 10:20m – visita à Igreja Matriz;
Às 10:40m – visita à casa do poeta Jessier Quirino;
Às 11:00hs – entrevista na rádio Itabaiana FM;
Às 12:00hs – almoço no restaurante Finess.
PELO TURNO DA TARDE - EM PILAR:
Às 14:00hs – visita à Fundação Menino de Engenho;
Às 14:30m – visita à Praça José Lins do Rego;
Às 15:00hs – visita ao Engenho Corredor.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
PILAR RECEBE A REFORMA DA ESCOLA MUNICIPAL E DO POSTO DE SAÚDE EM CHÃ DE AREIA
Com uma grande participação de lideranças locais, secretariado municipal, vereadores, professora(e)s, alunado, e a população de Chã de Areia, foi entregue nesta manhã, pela Prefeita Virgínia Velloso, a população de Chã de Areia, a reforma e ampliação da Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Antônio José da Costa. A ampliação possibilitou a disponibilidade de sala de aula para crianças do pré até a primeira(o) série/ano, bem como modernas instalações para a Rede de Computadores da Sala de Informática. Foi entregue na mesma oportunidade as modernas instações do Posto de Saúde de Chã de Areia.
sábado, 1 de janeiro de 2011
14 minutos de fogos anunciaram o novo ano de 2011 na terra de José Lins do Rego
Num belíssimo espetáculo, catorze minutos de fogos anunciaram a chegada do novo ano aqui em Pilar. Muitas pilarenses e visitantes compareceram à Praça José Lins do Rego para assistir maravilhados o espetáculo e já tradicional queima de fogos, marcando o início de uma nova era e a certeza de melhores dias a todos nós pilarenses.
A Banda Forró de Peso abriu as festividades. Depois o Forró da Xeta abrilhantou o réveillon na terra de José Lins do Rego.
Parabéns à prefeita Virgínia Veloso pelo evento.
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